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Melhores aplicativos de fotos

O site melhores aplicativos oferece reviews de diversos apps para Android e iOS para você baixar no seu celular e tornar o aparelho mais produtivo. Para acessar e ver todos os posts basta clicar na URL a seguir, ou ainda copiar o link e colar no seu navegador: http://www.melhoresaplicativos.com.br/app-de-montagens-de-foto/. Com uma parceria, eles enviara um conteúdo exclusivo para o nosso site com os melhores aplicativos para fotos, que são capazes de deixar as fotos da câmera do seu celular ainda mais profissionais. Conheça-os:

Afterlight

Afterlight oferece 31 filtros originais com cada um deles totalmente ajustável para que nenhuma foto seja parecida. Além disso, são filtros de convidados de vários usuários do Instagram, filtros de temporadas para se adaptar à época do ano e filtros de fusão onde você pode misturar e combinar texturas e aparências. É ideal para enfeitar aquela foto de verão que não foi bem recompensada.

Mextures

Mextures permite que você aplique rapidamente grãos de filmes, texturas, vazamentos de luz e gradientes elegantes em suas fotos. Com um ambiente não destrutivo, você pode levar suas fotos de volta ao começo quando quiser. Existem mais de 150 texturas originais, atendendo a looks como cenas de grunge ou escaneamentos de filmes antigos. Você pode facilmente ajustar a exposição, contraste, tonalidade e muito mais também.

After Focus

AfterFocus facilita a criação de fotos desfocadas no estilo DSLR, permitindo que você se concentre em uma área específica da sua imagem. É o tipo de coisa que se presta perfeitamente ao retrato de entes queridos, ou se você só quer se concentrar em algo específico em uma foto de paisagem. Você simplesmente desenha a linha com o dedo e o aplicativo faz o resto, fazendo com que sua foto saia mais do que antes.

PicsArt

PicsArt quer ser um balcão único para suas necessidades de fotografia, e certamente faz um ótimo trabalho. Além de oferecer uma ferramenta de edição de fotos com muitos recursos diferentes, ela também funciona como um criador de colagens. Com centenas de modelos gratuitos disponíveis, você pode facilmente combinar várias fotos para uma colagem legal. Há adesivos e clipart prontos para serem aplicados também.

O que fazer se for cobrado por impostos ao mandar encomenda para o Brasil

Infelizmente, não há muito que você pode fazer depois de seu pacote é tributado outros que perguntar para o seu destinatário a pagar por isso, ou, então, a parcela pode, no melhor dos casos, ser-lhe devolvido. Há pouco uso de tentar falar Correios ou Receita Federal sobre ele, tão pouco será feito para resolvê-lo. Sabemos que isso é chato, mas é que como o regulamento local funciona e há muito pouco que pode ser feito. O mais certo a se fazer é tentar se prevenir destas situações e conferir rastreamento fácil correios em que pé está a sua entrega, se estiver na alfândega este é o momento de agir ou tentar se justificar para que a encomenda não fique presa.

Se sua encomenda foi enviada através de um serviço de correio expresso, como Fedex, DHL, UPS, TNT ou em lazer, o pacote será cobrado, independentemente do valor declarado, para estar preparado para pagar os impostos. Estes serviços express irá calcular os impostos para todos os pacotes que chegam ao país, a fim de eliminá-los rapidamente e cumprir prazos de entrega. Você pode contactar o seu serviço de courier para verificar se há uma opção para o remetente para realizar todos os impostos locais.

O nosso melhor conselho é evitar o envio de presentes que valem mais de us $ 50, e, se possível, tente usar o regular serviço postal, não o expresso.

Contatos e telefones do Correio e Receita Federal

Se você ainda precisar de falar dos Correios, você pode tentar alcançá-los nos seguintes números de telefone:

3003 0100 para capitais e regiões metropolitanas
0800 725 7282 para outras cidades no Brasil
0800 725 0100 para sugestões e reclamações

Para chegar a Receita Federal é muito mais difícil, pois eles não fornecem números de telefone ou endereços para seus escritórios, onde você pode resolver esses problemas em pessoa. A comunicação com a Receita Federal é, muitas vezes, intermediados pelo correio ou por serviço postal, e, portanto, têm acesso direto a elas é praticamente impossível. No entanto, você pode tentar formalizar uma reclamação através do Ministério das Finanças Provedor de justiça, que também lida com questões relacionadas com a Receita Federal. O Provedor de justiça contatos são:

Número de telefone 0800 702 1111, de segunda a sexta, das 8H às 8PM

Preencher o formulário online no Ministério da fazenda e o Provedor do site
Note que estes números de telefone podem não funcionar se você estiver ligando de um número fora do Brasil, e eles não oferecem serviço especializado em inglês.

Quando comprar o dólar – Porque o EUA emite dinheiro e não gera inflação?

Desde dezembro de 2008, a Reserva Federal dos Estados Unidos ( o Banco Central), decidiu implementar uma série de programas chamados de “flexibilização quantitativa” (do inglês Quantitative Easing ou QE), que em termos simples, consistiam em emissões enormes (pequena máquina) de notas e moedas que foram introduzidos ao mercado de duas maneiras: comprando títulos do tesouro do governo, com o qual financiaban o excesso de gasto público dos Estados Unidos e comprando ativos lastreados em hipotecas aos bancos, o que em boa conta significou introduzir dinheiro aos bancos em troca de papéis (ativos) que não valiam nada, pois continham as hipotecas impagas, que nasceram como conseqüência do colapso da bolha imobiliária que eclodiu em setembro de 2008. Na atualidade se encontram no QE3 e em uma fase chamada “tapering”, que consiste na redução do ritmo ao qual injetam dólares mensalmente. Este processo começou em dezembro de 2013: a injeção de dólares era de 85 mil milhões de dólares por mês e agora se encontra em 45 mil milhões.

A pergunta é a seguinte: Por que a emissão nos Estados Unidos e a diferença do resto de países, não gera inflação? Imagine que no Peru se emitiesse sem limite; o resultado óbvio é inflação. No entanto, isso não acontece nos Estados Unidos. Se você for fazer a análise do valor do dólar hoje perceberá que, apesar de ser a mais importante, sua alta circulação a faz com que também não valha muito.

Lembre-se que o dólar é uma moeda internacionalmente aceita para transações comerciais e financeiras. Essa é a chave. Nos Estados Unidos, quando emitido, qualquer “excesso” de dólares que, de outro modo, geraria inflação, “sai” do país e é aceito por cidadãos e habitantes de outros países. Então, como nem todos os dólares emitidos “ficam” nos Estados Unidos, não é gerado um problema interno de inflação. A partir de então, pode-se pensar que, por ter mais dólares no mundo pode ser uma “inflação em dólares a nível mundial e estaria certo.

Agora bem, por que se aceita o dólar fora dos Estados Unidos, se este tem problemas de dívida, dificuldades fiscais, etc., Não é uma economia saudável. Meu sentimento é de que “não há substituto”, isto é, não existe, de momento, outra moeda, que faça as vezes do dólar. O euro passa por uma fase crítica, com a crise europeia, enquanto que o yuan chinês não é conversível. Então se mantém o uso do dólar, apesar das dificuldades da economia norte-americana.

E essa situação lhe convém aos Estados Unidos? Sim e não. Sim, porque a sua moeda ainda em uso no mundo, pois apesar de tudo, os cidadãos continuam confiando nela. A moeda, em última instância, é uma questão de confiança. Não, porque o excesso de dólares que origina o dólar como moeda cada vez vale menos. As reduções na taxa de câmbio, em especial depois de 2008, quando começou a emissão descontrolada dos Estados Unidos da américa), entre as moedas nacionais e enfraqueceram o dólar. Lembre-se o leitor que, quando a taxa de câmbio baixa, são necessários menos soles para comprar um dólar por isso que o sol se aprecia, ou seja, vale mais. No Peru, a taxa de câmbio foi de 3,5 dólares por dólar em 2002 e, agora, gira em torno de 2.80 soles por dólar.

E isso lhe convém o Peru e outros países, com uma taxa de câmbio tem uma trajetória semelhante? Não necessariamente, pois uma taxa de câmbio mais baixo, desencoraja as exportações e incentiva as importações, gerando assim um problema na balança comercial. Daí que, na opinião de vários analistas de ter que subir a taxa de câmbio para frear importações, algo que poderia ocorrer por razões de mercado, se continua a desaceleração da china e da reserva federal continua com o “tapering”. Além disso, o BCR teria que deixar de vender dólares para isso. O apostam no aumento ou à redução?